quarta-feira, setembro 17, 2008

Sons que ficam

Aprendi a gostar de Pink Foyd um pouco tarde. Provavelmente a dar sentido ao slogan, "primeiro estranha-se, depois entranha-se"! De qualquer modo, a homenagem mais que devida a Richard Wright, trazendo à memória a noite que mostrou o que podia ter acontecido, caso tivessem continuado com a formação inicial. Geniais, simplesmente!

sexta-feira, setembro 12, 2008

Puro Vintage V

Com ar pensativo, estática junto aos lábios a bica que segurava entre o polegar e o indicador esquerdos, Óscar tentava tomar uma decisão.
Quem lhe dera que todos os jogos fossem "derbies" ou, pelo menos, entre equipas mais conhecidas. A Segunda Divisão B ou até certos desafios da UEFA não eram muito com ele. De qualquer modo, era sempre o mesmo... Um, xis ou dois? A dúvida que se impunha.

"Belenenses - Vitória de Setúbal"... A escolha era complicada e Óscar não pretendia arriscar o seu dinheiro, previamente contado, numa "dupla", temendo que lhe viesse a faltar para poder apôr a mesma combinação num qualquer outro recontro ainda mais imprevisível. Até porque "A Bola" tinha vindo a dar preferência, nas suas edições semanais, aos bravos do Restelo, que, por esses dias, iam aproveitando o entusiasmo proporcionado pela goleada conseguida sobre o Sporting. Talvez "1" fosse a escolha mais acertada.

No "Boavista -Benfica", a cruzinha feita com a esferográfica era mecânica e tão natural como o gole que Óscar acabava de dar no seu café, pousando a chávena logo de seguida, em jeito de desembaraço. A quadrícula do símbolo "2", devidamente assinalada. De aquilinos gostos e paixões, Óscar tinha sempre fé... Fosse qual fosse o rival do seu Glorioso, o triunfo deste, pelo menos na sua vontade - umas vezes clinicamente certeira, outras apenas clubisticamente convicta - já estava garantido.

"Porto - Vitória de Guimarães"... Para mau grado seu, os rapazes do Pedroto andavam a dar cartas. Mas o Vitória também tinha surpreendido tudo e todos há duas jornadas atrás com uma reviravolta estonteante, num jogo a contar para a Taça. O miúdo que lá tinham agora no meio campo havia de ir longe. Pelo menos era o que diziam. Deste modo, para este duelo nortenho Óscar ia cometer um pequeno desvario, apostando uma "tripla". Em qualquer dos cenários ganharia. Enfim... O campeonato estava renhido este ano. Que mais se podia fazer?

Completando o resto das quadrículas, consoante a sua acutilante intuição de "treinador de bancada", comportando em si toda uma certa ciência e saber, Óscar conservava um semblante prazeroso. Nunca se sabia... Podia ser desta vez que o seu gosto pelo "esférico rolando sobre a erva" lhe trouxesse uma alegria que realmente pesasse na carteira, em seu proveito.

Num gesto decidido, circunspecto - de acordo com a solenidade exigida para o momento -, Óscar levantava-se da sua mesa habitual na Cervejaria "Marquês", acenava ao Sr. Gomes - proprietário - e acorria ao balcão para pagar a despesa e "meter" o seu Totobola. O tempo, agora, já não era para dúvidas, mas para acreditar, mesmo que a medo miudinho. Depois logo se veria... No Domingo, junto à telefonia, talvez quem viesse a marcar o Golo d'Ouro fosse ele!

quinta-feira, setembro 11, 2008

Dúvida


Os hadrões são aqueles sujeitos que andam a assaltar postos de combustível e caixas multibanco, não são?

Para uma abordagem mais geek é ler aqui.

Memória

Esperando melhores dias, em que a estupidez de uns não se encontre com a arrogância grotesca de outros.

À memória de outros tempos, em que o Mundo era um lugar mais sensato.

terça-feira, setembro 09, 2008

You're Mr. Stevens, the head of catering!

E se na Estrela da Morte houvesse um refeitório?

O original aqui.

segunda-feira, setembro 08, 2008

...Mais que mil palavras. Ou não!


A experiência proporcionada por todos os meios telemáticos disponíveis nos dias de hoje deveria, certamente, possuir determinados pressupostos bem assentes, a que poderíamos chamar, como chamamos, as "regras do jogo". Contudo, com o surgimento de alguns recursos pertencentes àquela mesma categoria, damo-nos conta de que "fazer batota" também é possível (provavelmente dada a nossa eterna condição humana).

E de facto, é do que esta imagem trata. A burla foi protagonizada por dois jovens veraneantes e amantes dessa actividade que se resume, como alguém me disse há pouco tempo na Ilha Terceira (o paternalismo sai caro...), a "ver peixinhos". E, na verdade, penso que nem Spielberg conseguiu tanto realismo com o seu velho "Jaws", que sempre me pareceu um boneco insuflável ou colchão de praia gigante com a forma de tubarão assassino.

Mas se esta manipulação não comporta em si qualquer mal de maior, outras existem que dão realmente em que pensar. É que, no imediatismo dos nossos tempos contemporâneos, as imagens valem por si e assumem-se como o produto com a maior quota do mercado das ideias. São fáceis de absorver e satisfazem qualquer S. Tomé, já conformado com o facto de muitas vezes não poder encontrar-se em condições de "tocar" o objecto das suas dúvidas.

E se os motivos que presidem à sua recolha - ou em qualquer caso, criação - não forem os melhores, isso reflectir-se-á em tudo aquilo que se quer dar a conhecer (ainda estou para saber o que se passou concretamente no Estádio Olímpico de Pequim, aquando das cerimónias de abertura dos Jogos).

Qual prospecto de ajuda para aferir de eventuais intrujices futuras que se nos apresentem, ou simples curiosidade mediática, o Telegraph publicou as vinte melhores fotografias manipuladas, onde esta mesma se inclui. Vale a pena dar uma vista de olhos.

quarta-feira, setembro 03, 2008

By Your Command

Para quem continua fã... De "legos do espaço".

quinta-feira, agosto 28, 2008

Porque pelas estradas do Texas, também se chega a Big Sur.

A Banda Sonora desta tarde.

Parabéns ;)

quarta-feira, agosto 27, 2008

Cais Do Negrito

Para a memória de um Agosto memorável e aumentando a nostalgia de um Setembro que se vive para recordar...

(Mas também já dizia o outro que "recordar é viver"... em Setembro!)

sábado, agosto 23, 2008

Ouro e Prata


Apesar das desculpas de alguns, ditadas por um claro egocentrismo narcisístico e quiçá até algum provincianismo bacoco e complexado;

Apesar da hipocrisia de outros, habituados a um "tachismo" deslumbrado e que os faz crer que certos cargos públicos mais não têm que ser senão os seus feudozinhos privados;

Apesar, enfim, de uma triste pequenez que teimam em impôr, o certo é que, com um salto para a frente (para muito à frente) e uma vontade indómita, estes são, verdadeiramente, os NOSSOS HERÓIS!
Obrigado por me terem mostrado que continua a valer a pena acreditar em PORTUGAL! Hoje e sempre.

sexta-feira, agosto 22, 2008

Até à volta

Onde todos os sonhos são vividos! Até à volta!
Baía de Angra, Ilha Terceira

A Jack Kerouac

Para quem conhece, percebe porquê...
Biscoitos, Ilha Terceira

terça-feira, agosto 19, 2008

A Montanha Mágica


Após um entardecer envolto em bruma, o amanhecer esperado.

segunda-feira, agosto 11, 2008

Verão III

Queremos ainda mais Verão!!!
Cais do Negrito, Terceira, Açores

terça-feira, agosto 05, 2008

Verão II

Para mais um toque de vintage neste Verão.

sexta-feira, julho 25, 2008

Puro Vintage IV


Pelo começo do Verão, à chegada da sardinha assada - que, desde sempre, fazia as delícias dos fiéis que prestavam culto ao três santos mais porreiros, porque populares -, Pedrito sabia que estava para breve.
No café do senhor Antunes, o momento adquiria, de facto, bastante solenidade, a principiar pela chegada do fornecedor que saía da carrinha frigorífica com um ar de poucos amigos e imbuído do espírito de sacrificado proletário.
Depois, com a ajuda do já referido proprietário hoteleiro, principal interessado na encomenda, ambos arrumavam as caixas de cartão dentro da arca congeladora de sempre - fundo branco e riscas vermelhas, com um logotipo azul, podendo ler-se a palavra de saudação mais traduzida em todo o mundo, ali tornada marca comercial.
Tudo devia ficar bem acondicionado para que, durante três meses, nada se estragasse ou partisse.
Por fim, conferidas as guias e facturas, o fornecedor retornava à sua carrinha para ir buscar o devido brinde e adereço publicitário mais aguardado - a nova carta dos gelados!
Pedrito e os seus amigos nunca se cansavam deste rito anual, típico da altura do estio, satisfazendo logo ali, em jeito contemplativo, uma curiosidade que prenunciava belas tardes, conseguidas, certamente, com algum custo.
Na verdade, era preciso ser-se bonzinho, portar-se bem; fazer todos os recados que os pais lhes ordenassem. No fim, a recompensa, contudo, lá chegava. "Toma lá dinheiro para ires comer um gelado" - a frase que melhor sabia ouvir.
No final do primeiro mês, seguindo as gravuras apreçadas na tal carta, colocada em expositor junto da arca, cada um dos amigos de Pedrito, ia conferindo quais as novidades já experimentadas e saboreadas, dando conta da falta de outras tantas ainda a carecer de verdadeira e entendida prova. Dentro em pouco chegaria Setembro - já depois da praia - e os ares de escola, realmente, não tinham muito que ver com estes devaneios.
Para Pedrito, as suas prioridades eram simples. Por entre sorvetes de água, gelo com aromas de morango, limão e cola - ideais para tardes passadas à beira de piscinas descobertas e perdidas ao tórrido sol (mesmo ali ao fundo do bairro) -, Pedrito, miúdo de hábitos muito próprios, já tinha votado no seu predilecto.
Ao rasgar, no topo, a folha de papel e tirando a pequena tampa circular que o cobria, logo ali estava aquele seu cone recheado, pronto a fazer as suas delícias. Primeiro vinha o amendoim, estaladiço e torrado, depois, inevitavelmente, as natas frias e aquele glacial e crocante chocolate de leite. Ao chegar já à parte da bolacha de baunilha - melhor ainda que a sua congénere "americana" - o tempo era de fazer render e poupar, porque logo depois o momento de inocente e alegre prazer chegaria ao fim.
Por vezes, a testa ficava fria, numa leve dor provocada pela sofreguidão que levava ao choque térmico. Contudo, também isso passava numa breve pausa e mais uma dentada era desferida com entusiasmo redobrado.
Ao mesmo tempo, entre os convivas de palmo e meio, falava-se de aventuras, caças ao tesouro, mistérios sobre mouras encantadas ou façanhas de "cowboys" e corridas de bicicleta, intercaladas por alguns toques de bola e troca de cromos.
Para Pedrito, os dias eram grandes como as férias - a viver repletas de pequenos e refrescantes prazeres que, ainda assim, não saciavam tal sede de pura Felicidade.


Um clássico contemporâneo dedicado ao Verão e um tributo aos mistérios de outros tempos.

quarta-feira, julho 23, 2008

Ficções

"Do androids dream of electric sheep?" - esta a pergunta que serve de mote - e bem assim, de título - ao clássico da ficção científica escrito na década de sessenta do século passado, por Philip K. Dick.
Transposto para a Sétima Arte por Ridley Scott, com o nome de "Blade Runner - Perigo Iminente", o romance conta a história de Rick Deckard (Harrison Ford), um oficial da polícia de S. Francisco e caçador de prémios. O seu trabalho, "retirar" o maior número possível de andróides humanóides, em fuga dos mundos coloniais, não registados nas Companhias que os produzem, para uma Terra devastada pela Guerra Mundial de 1992.
E é precisamente pela demanda de Rick Deckard que nos vamos apercebendo de um dos elementos-chave do cenário cultural em que a trama se passa. Na sua actividade de "assassino licenciado e remunerado", tendo como alvo tais "imitações" da vida humana, Deckard anseia, pelo menos no início de tudo (no fim contenta-se com um batráquio artificial), ganhar dinheiro suficiente para comprar um animal vivo, verdadeiro - o símbolo genuíno de alto estatuto social e meio único para alcançar alguma felicidade num mundo à beira da extinção - sequela natural de um holocausto nuclear ainda a digerir por todos quantos cá ficaram. Deste modo, ao ganhar o prémio pela captura do primeiro dos Nexus-6 (último modelo de andróide) que com ele se vão inevitavelmente cruzando, Rick usa-o para a compra de uma cabra núbia - a digna sucessora do seu carneiro eléctrico que tem partilhado, nos últimos anos, o telhado do prédio onde reside com um poltro Percheron, verdadeiro, propriedade do seu vizinho. Contudo, tal aquisição - altamente dispendiosa de acordo com o catálogo da Sydney que Deckard traz sempre consigo - é logo deitada por terra, literalmente. Rachel Rosen, também uma Nexus-6, ao dar-se conta de que sempre ocupa o último lugar na escala de empatia pessoal do nosso herói, inconformada com isso mesmo, empurra a cabra de Deckard, prédio abaixo, matando-a, claro está.
Ora, foi a pensar nesta história, assim brevemente resumida - tendo acabado, recentemente, de ler o livro - que aqui há dias me deparei com este simpático e sorridente gnomo de cerâmica, no café onde costumo ir, cá na Sertã.
Ao subir as escadas que dão acesso à parte mais recatada do estabelecimento, esta sorridente personagem, lá está, "eléctrica" e dotada de um qualquer sensor de movimento, logo garbosamente assobia, em jeito de piropo, ao cliente que se assoma a uma mesa para tomar uma bica ou beber uma água.
E se o assobio pudesse fazer realmente lembrar um tropical papagaio, verdadeiro, certo seria que tal estado de coisas só traria dores de cabeça ao proprietário do estabelecimento. Senão vejamos: que proprietário de estabelecimento hoteleiro se arriscaria, nos dias que correm, a abrilhantar o seu espaço com um exemplar deste tipo de aves tão astutas? A resposta: nenhum. Na verdade, o mais provável seria a pronta autuação, pelas entidades fiscalizadoras da salubridade e do gosto, de tais prevaricadores das normas higiénicas ditas "vigentes".
Assim, aqui temos este "Gartenzwerg", que não suja, não diz asneiras - outro aspecto a ter em conta, dado que os papagaios gostam de imitar tudo o que ouvem (o que aqui seria sempre um embaraço, dado o uso abundante e corrente do vernáculo) - e sempre avisa sobre a entrada de mais um ou vários convivas, predispostos, com toda a certeza, a "fazer despesa".
Sempre se pode pensar que realmente o futuro, afinal, não podia ter resultado tão mais diferente do que o previsto e imaginado!... Ficções...

quinta-feira, julho 17, 2008

Verão I



Se o Ocean's ainda estivesse aberto e tivesse uma piscina no terraço, esta seria a banda sonora!

Um Vintage a dar sede de outros Verões, de outros tempos!

quarta-feira, julho 16, 2008

Da Ordem

A propósito desta carta, deixo aqui um comentário que me pareceu apropriado e se revela como a resposta serena de alguém que já não consegue ficar calado durante muito mais tempo:


"Causídico
Após a leitura atenta de todos estes comentários, apenas me arrisco a dar um testemunho pessoal, porque sempre aprendi a falar apenas daquilo que conheço. Fiz o Estágio de dois anos, com o melhor patrono que poderia ter tido, que me deu trabalho, me inspirou e orientou. Nunca me tratou com paternalismo ou demasiada supervisão, assim que viu a qualidade do meu trabalho - aquela que eu procurava em cada noite de directa, com muito mais prazer do que a estudar para os exames, a preparar, às vezes duas alegações de recurso para processos distintos. Uma das coisas de que mais me orgulho é ainda hoje o meu Ilustre Patrono (agora ex) dizer que pouco ou nada me corrigia, dado o meu zelo e perfeccionismo. Enquanto exerci aquele patrocínio, estatutariamente limitado, que o estágio me impunha por forma a completar os créditos que me levariam a estar apto para exame, dos casos que tive, cinco ao todo (a comarca é densamente povoada de muitos que ficarão agora a olhar para as paredes ou a jogar solitário no portátil), três deles consegui a absolvição para o meu constituinte e dois culminaram na desistência de queixa e em acordo. Eu compreendo que, para muitos, tal caso é uma excepção, não podendo de maneira nenhuma fazer jus para a defesa de uma certa regra diferente daquela que, precisamente, insistem que existe. Contudo, sempre me pergunto: acaso não estarão agora a pôr "a carroça à frente dos bois"? É que é precisamente neste arredamento de quem ainda está a aprender - sem, contudo, ser nenhum garoto da escola primária inconsciente por estádio cognitivo - que se instila a insegurança e se acaba por dar razão ao que, espanto, se começou por dizer. Com uma agravante: um estagiário que faça o exame a uma terça e à segunda ainda é uma sub-species, à quarta já é advogado e é colocado como oficioso na barra - suponhamos. Se passou todo o estágio embrulhado em livros e em consultazinhas, que segurança tem para logo ali, à quarta-feira, poder advogar? Nunca viu nada, nunca soube nada. Há aqui, quer-me parecer, uma ideia um pouco bacoca mas tão típica deste país: O canudo dá tudo! Como se fosse por osmose. É o mesmo que ter alguém que nunca percebeu de arte ou outra coisa qualquer, de repente ser investido em umas quaisquer vestes e ter o milagre da sabedoria, por força do que sempre contemplou. Para as más-defesas haverá sempre a possibilidade de queixa aos Conselhos de Deontologia. E mesmo do lado dos cidadãos, a igual possibilidade de recusarem o advogado que lhes for facultado. A questão é que também todos nós temos de estar informados sobre tais direitos. Perdesse o Senhor Bastonário algum tempo nesse trabalho e talvez não tivesse havido tanta polémica. Por fim uma última interrogação: Se mantivermos arredados os noviços de todas as iniciações, de todos os ensinamentos práticos, que raio de Ordem queremos para o futuro? Acaso pensa alguém que seremos sempre nós a existir e a por, lá está, ordem? É que ninguém é "gerado e não criado". E mesmo o Senhor Bastonário também se fez Advogado, como todos nós. De certo me espantaria se viesse agora dizer que já tinha nascido assim. Se calhar com Toga e tudo. Num país de milagres e aparições..."

sábado, julho 12, 2008

MemeMosaic

Em resposta ao meme da Mariana aqui está, salvo seja, a minha "obra-prima":



Os créditos:

1. Cava de Viriato - Viseu, 2. Servidos ?, 3. Untitled, 4. A trip to the market of colour, 5. Jeri Ryan, 6. Perrier Mineral Water, 7. McWay Falls at Julia Pfeiffer Burns State Park, Big Sur, 8. Lampreia de Ovos - 2007, 9. 64495_008, 10. Happy Panda Girl, 11. Beatsville USA12. É minha!


As regras para a criação do mosaico são simples:

Procurar no Flickr a resposta para cada uma das perguntas que se encontram em baixo;
escolher uma imagem, usando apenas a primeira páginas de resultados;
copiar e colar o endereço de cada imagem no Mosaic Maker, configurando as colunas para 4×3 ou 3×4.

As perguntas:

1.O seu primeiro nome?
2.Comida preferida?
3.Em que escola estudou?
4.Cor favorita?
5.A sua «celebrity crush»?
6.Bebida preferida?
7.Férias de sonho?
8.Sobremesa preferida?
9.Carreira de sonho?
10.O que mais ama na vida?
11.Uma palavra para se descrever?
12.Nome de utilizador do Flickr (se não aparecer nenhum resultado, usem um de outro site qualquer)?


Passo o desafio ao Paulo, ao Augusto e à Passiflora Maré.