No dia em que a SIC deu destaque à PLUG, aproveito para deixar aqui nota de um conjunto de fotografias, no mínimo, geniais. Só para fãs de música e de legos.De qualquer modo sempre direi - "eu é mais naves e legos do espaço, não é?"
No dia em que a SIC deu destaque à PLUG, aproveito para deixar aqui nota de um conjunto de fotografias, no mínimo, geniais. Só para fãs de música e de legos.Para as próximas noites eleitorais, julgo que a SIC Notícias está a pensar em substituir o Nuno Rogeiro pelo R2-D2 e o Luís Costa Ribas pela Princesa Leia.

Numa esplanada como esta, a essência reside nas conversas que se lançam, nos motes que se glosam, nas discussões que surgem e nas conclusões possíveis a que sempre se pode chegar. Como argamassa de tal exercício, as palavras consubstanciam esses propósitos. E, em forma gráfica, realmente o que surge pode muito bem ser um mosaico de termos avulsos expostos em tal "mercado" de ideias.
Especialmente desenhado para a esplanada, pela Mariana.
Um dos aspectos que mais me atrai na visão futurista que se teve do mundo nas décadas de '50 e '60 - como certamente nas que lhes antecederam - é a versatilidade com que os autores das ideias mais arrojadas exprimiram o que ainda seriam projectos um tanto ou quanto difíceis de alcançar.
Mas realmente é vendo tal criatividade, tal capacidade de pensar "mais à frente", ainda que com os meios disponíveis na altura, que me interrogo muitas vezes se, actualmente - num tempo em que o "dado" e o "construído" ditam os cânones da concepção - vamos sendo capazes de fazer o mesmo.
Muito bem lembrado por quem também gosta destas "geekices".
No meu currículo cinéfilo, contam-se pelos dedos de uma mão os musicais que vi. Na verdade, não é um género que me fascine muito, uma vez que a maior parte do tempo é passado a dançar e a cantar, não havendo grande trama dramática, mas apenas muitas carinhas estupidamente bem dispostas.
Contudo, este é o filme que, segundo os meus cânones estéticos, constitui essa sublime excepção. Mama Mia relata uma aventura de descoberta, reencontro e amores perdidos em anos já passados, quando a distância não se media por mensagens de telemóvel ou até mesmo correios electrónicos. Amores de Verão que realmente possuíam esse toque de lenda e nostalgia, traduzidos em vagas promessas de regresso. Um regresso que, no caso do filme, acaba por ser imposto por quem não se contenta em viver como "filha de pai incógnito"!
De facto, é nas vésperas do seu casamento com um garboso grego - não muito ao estilo de Zorba, é certo - que Sophie (Amanda Seyfried) decide vasculhar o passado da sua mãe Donna (Meryl Streep), para descobrir quem, afinal de contas, será o seu pai. Como termo final das investigações, a jovem decide convidar os três candidatos mais prováveis para o seu casamento. E aqui as peripécias mais divertidas começam a acontecer.
Com música dos ABBA, helénicos cenários e interpretações geniais de Pierce Brosnan e Colin Firth - pois descobrimos os seus talentos para as cantigas -, Mamma Mia nunca poderia deixar de me agradar. Uma pérola do revivalismo, cheia de clichés, mas que, mesmo assim, mais do que distrair, refresca - tal e qual como no fim do filme.
De quatro em quatro anos é assim.
Em tempos de campanha para a Sala Oval, a genial Comedy Central lança a sua rubrica especial - Indecision, neste caso, 2008. É neste contexto que um sem número de jogos, relacionados com certos aspectos da política norte-americana, fica à disposição de todos aqueles que, numa vertente mais descontraída, gostam de analisar os rumos possíveis da política nas terras do Tio Sam. Ainda que preferencialmente virada para o "lado doméstico", como afinal não podia deixar de ser, esta abordagem pretende combinar a sátira acerca da hipocrisia dos políticos com momentos de pura descontracção (os jogos de flash na web são para isso mesmo, certo?). Deste modo, temos preocupações ambientais e ambições de crescimento sustentado, aumento de riqueza, bem-estar e conforto a dar o mote para simples jogos de estratégia que proporcionam momentos em que podemos, como eles dizem, "have fun".
Por vezes, parece mesmo que a política, para eles do lado de lá do Atlântico, é um jogo.
Depois do Cancioneiro de D. Dinis, eis que nos chegam as receitas de Ricardo II de Inglaterra. Para quem quiser perder algum tempo na cozinha e saborear prazeres de outros tempos, o "Forme of Cury" chega agora à edição online.Aprendi a gostar de Pink Foyd um pouco tarde. Provavelmente a dar sentido ao slogan, "primeiro estranha-se, depois entranha-se"! De qualquer modo, a homenagem mais que devida a Richard Wright, trazendo à memória a noite que mostrou o que podia ter acontecido, caso tivessem continuado com a formação inicial. Geniais, simplesmente!
Com ar pensativo, estática junto aos lábios a bica que segurava entre o polegar e o indicador esquerdos, Óscar tentava tomar uma decisão.