De olhar nervoso, Camilo ia olhando para o helénico relógio que estava junto ao balcão de mármore do café "Tróia".E por cada pingo, por cada gota de água que via cair para o cristalino recipiente colocado por baixo daquela estranha bacia furada, agitava-se um pouco mais... Cada vez mais impaciente e exasperado.Da sua pequena mesa quadrada - também em tons de alabastro e com rebordos de madeira escura a condizer com a cadeira em couro tratado -, sorvendo o resto do digestivo brandy, Camilo persistia e aliterava:"Pssst! Pssst! Ò Pessanha, vamos lá! Faz-me a conta do almoço que já estou atrasado para o trabalho!".
Para uma pena suave.
Pedro Duarte “n’um é do Norte!”
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Um homem que andou meses hesitante, sem qualquer firmeza de propósitos,
cheio de dúvidas, sem assertividade e com posições públicas dúbias e pouco
claras s...
Há 46 minutos
1 comentário:
Ehehehehe!
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